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Os opositores do aborto salientam que essa é imoral e está fundamentada em, ou é em si mesma, uma pseudo-ciência. A eugenia foi uma obediência acadêmica, em muitos institutos e universidades. Sua veracidade científica começou a questionar-se pela década de 1930, porém, nesta data, Ernst Rüdin começou a inserir a retórica eugênica às políticas raciais da Alemanha nazista.

No início eugenia remete ao ‘bom origem’ ou ‘excelente linhagem’, em oposição ao mau origem e linhagem familiar, com as conotações racistas e classistas que supõe. Mais tarde fará fonte aos ‘bons genes’ em contraposição aos ‘maus genes’. Os significados que o termo foi adotando derivam de seu emprego múltiplo. O termo eugenia é frequentemente usado para se conferir, na realidade, o eugenismo, movimento político e ideológico que prega a melhoria da qualidade biológica da população, frente a uma possível melhoria moral ou cultural. Os movimentos eugenistas tiveram ação sobre tudo no encerramento do século XIX e começo do século XX.

Em um enorme sentido histórico, a eugenia bem como poderá ser o estudo da “melhoria das qualidades genéticas humanas”. Muitas vezes é aplicado para descrever, em termos gerais, qualquer ação humana, cuja meta seja a melhorar o acervo genético. Sir Francis Galton usou “eugenia” ao conjunto de propostas que surgiram através do eugenismo.

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Os mecanismos para obtê-la podem ser positivos (por promover a reprodução dos “mais aptos”) ou “negativos” (as travas ou incapacidade pros “menos aptos” pra que não se reproduzam). O eugenismo ou eugenesistas defendem políticas específicas que (de sucesso) levariam a uma melhoria observável do acervo genético humano. Uma vez que o definir quais melhorias são desejáveis ou benéficas é percebido como uma alternativa cultural mais do que um assunto que seja determinada objetivamente (ou melhor, por pesquisas empíricas e científicas), a eugenia vem sendo considerada várias vezes uma pseudo-ciência.

O semblante mais debatido da prática do aborto vem sendo a descrição de “melhoria” do acervo genético humano, que é uma característica benéfica e que é um erro. Este aspecto da prática do aborto tem sido historicamente contaminado com racismo científico. Os primeiros eugenesistas estavam mais preocupados com os fatores observáveis de inteligência, que às vezes se correspondam fortemente com a categoria social.

Muitos eugenesistas se inspiraram pela formação selectiva de animais (onde se costuma trabalhar pra conseguir água pura) como analogia pra melhoria da nação humana. A mistura de raças (ou miscegenación) costumava ser considerada como alguma coisa a evitar, em nome da pureza racial. Naquela época esse conceito parecia ter algum respaldo científico, e continua a ser um conteúdo beligerante até que o desenvolvimento avançado da genética levou ao consenso científico de que a divisão da espécie humana em raças desiguais é sem fundamento.

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