Racismo Na Idade Moderna? 2

Racismo Na Idade Moderna?

O racismo, de acordo com o dicionário da Real Academia Espanhola, é um sentimento exacerbado do “significado racial” de um grupo étnico, o que normalmente causa de distinção ou perseguição contra outros grupos étnicos. A expressão designa assim como a doutrina antropológica ou a ideologia política baseada neste sentimento. Existem autores que propõem discernir entre o racismo no sentido mais grande do racismo em sentido restrito.

Dar ou reter quaisquer direitos ou benefícios com apoio pela raça ou recusar associar-se com pessoas por sua raça é conhecida como discriminação racial. As atitudes, valores e sistemas racistas definem, aberta ou veladamente, uma ordem hierárquica entre os grupos étnicos ou raciais, utilizado para apoiar os proveitos ou vantagens de que goza o grupo dominante.

O conceito de “raça” aparece e se desenvolve em Portugal de forma simultânea pros processos de conquista do sul da península ibérica e da América. No século XIX, da mão dos estudos científicos, biológicos e antropológicos, criou-se uma concepção racista com suporte pela ciência ocidental. Esses estudos, cientistas disseram que a espécie humana estava dividida em quatro raças, nomeadas pela “cor” da pele: raça branca, raça negra, raça amarela e da raça selva. O racismo científico europeu foi intensamente usado pela segunda metade do século XIX, as potências europeias pra esclarecer o colonialismo, jingoísmo e genocídio, em numerosas partes da América, África, Ásia e Oceania.

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Durante a colonização, ao regressar ao território norte-americano, a Inglaterra utilizou o racismo para simplificar e legalizar a escravidão. A escravidão nos Estados unidos começou com escravos negros africanos e pessoas de ascendência africana e, de vez enquando, com os ameríndios. Uma lei de Virgínia de 1705 considerou que a escravidão se aplicaria àquelas pessoas de povos que não fossem cristãos. A maioria dos escravos eram negros, e estavam em poder dos brancos, bem que alguns norte-americanos nativos e negros livres bem como tinham escravos.

A escravidão é proibida nos Estados unidos em 1865, após a Guerra de Secessão, pela Décima terceira Emenda. O apartheid justamente dito iniciou-se em 1948, com a tomada do poder por parte do Partido Nacional. Neste jogo, decidiu implantar um regime racista que consolidaria o poder da minoria branca e a prevenir a miscigenação da população. Com este encerramento, sancionou em 1949, a Lei de Proibição de Casamentos Mistos n.º 55/49, que proibiu os casamentos de pessoas consideradas “brancas” com pessoas consideradas “não-branca”. EUA e os países da Europa Ocidental toleraram o apartheid durante as décadas de 1950, 1960 e 1970, devido a que a África do sul adotou uma localização abertamente anticomunista.

Pelo inverso, os países do bloco comunista liderado pela União Soviética, queixaram-se, desde o começo o apartheid como um regime racista incompatível com os direitos humanos. Os conceitos de raça, nação e classe foram elementos centrais para inúmeras interpretações e respostas para a opressão da áfrica do sul. Ademais, demonstram-se o papel de elementos que considera centrais para explicar esse fenômeno da opressão, como seria o caso da ideologia. No caso da áfrica do sul, destaca-se o enfoque racial que resultou na eliminação dos brancos das disputas de libertação contemporânea e enfatizam a educação política sobre a organização (A.

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