Por Que Frida Kahlo Não Deveria Ser Um Ícone Feminista? 2

Por Que Frida Kahlo Não Deveria Ser Um Ícone Feminista?

Era uniceja, andrógina, deficiente e comunista. Frida Kahlo não se assemelhava em nada ao que seria um ícone da moda usual do século XX. Mas o foi em sua época e continua sendo 63 anos após sua morte. Sua existência intensa e deprimido contrastava com a energia e expressividade que caia suas obras.

A artista mexicana é lembrada -entre novas coisas – por seus auto-retratos e, por teu caráter forte e auto-bastante, um estilo que lhe valeu bem como a ordem de símbolo feminista. Que o seja de fato é outro questão. Ela representou um novo cânone estético, o da mulher com traços masculinos -exageradas suas sobrancelhas e deixava-bigode-, uma ambigüidade estética que hoje se conhece como frutas. Muitos diziam que era uma adiantada pra data. Tornou-se um ícone pop, é acessível perceber-se identificado com ela e pelo motivo de autoproclamarse feminista está em alta, nada melhor do que utilizar a Frida como emblema. Uma moda que não tem feito mais do que confundir e sujar-lhe a verdadeira história da mexicana.

o Era Frida Kahlo feminista? O Ser andrógino significa ser feminista? Cristina Kahlo, fotógrafa e sobrinha neta de Frida, confessou numa de suas últimas exposições fotográficas que “Frida Kahlo é um ícone do feminismo por meio do livro biográfico que escreveu Hayden Herrera, Frida A biography of Frida Kahlo. Foram as mulheres chicanas em EU as primeiras em tomá-la como um estandarte do feminismo”. Mas essa mulher forte, independente e fiel a alguns valores se apaga, no momento em que entra em jogo o seu extenso carinho, de Diego Rivera. Apesar das infidelidades e o abuso psicológico -já que lhe foi infiel com sua irmã-, ela lhe perdoava uma e novamente.

Kahlo defendia que mantinham uma relação aberta, contudo com apoio nas cartas que ela escrevia, parecia mais uma atitude de resignação por pânico de perder para sempre. Esta incapacidade de se afastar da pessoa que lhe fazia prejuízo refletiu-se nas cartas particulares, que publicou o famoso livro ‘Nunca te esquecerei, Frida Kahlo’. Você encontra que eu encabroné por Cristina, no entanto hoje tenho de confesarte que não foi por ela, foi por mim e para ti, primeiro por mim, visto que nunca pude dominar o

“Porque não nos tornemos idiotas Diego, eu tudo humanamente possível se o di e o sabemos, sem demora, como ele faz pra conquistar tanta mulher se você está tão estranho filho de chingada”. Se é verdade que a passagem do tempo acaba por abalar as histórias, o marketing se dedica a simplificar as coisas. Daí que a publicidade e a indústria da moda tenham retirado a imagem de Frida, uma e de novo.

Alessandro Michele, diretor criativo da Gucci, é embriagó de tua essência e a incorporaram na sua coleção outono/inverno 2017. Cores fortes, estampas de flores gigantescas e vestidos que recriam a indumentária tradicional mexicana. As flores, as rendas e os ares indígenas de Dolce&Gabbana bem como prestam uma homenagem à extenso artista do século XX. Demna Gvasalia, o criativo mais incrível do momento, neste momento navegou em que os arquivos e as infinitas camadas e os mini vestidos de linha que construiu pra Balenciaga comprobatórios.

bem como Não é coincidência que um dos museus mais sérias do Reino Unido, o V&A, lhe dedique uma apresentação, que será mostrado boa fatia da indumentária da revolucionária. Esta será a primeira vez que estas associações saem Da Casa Azul do México, o museu de Frida Kahlo.

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A artista bem como esteve pela boca de todos há insuficiente menos de um mês, quando Theresa May, líder do Partido Conservador, decidiu transportar um bracelete composto de pequenas fotografias e os auto-retratos seus, no congresso anual do partido, em Manchester. Um acessório que gerou muita controvérsia, posto que se encontra o ponto oposto do espectro político, da primeira-ministra.

O video ganhou numerosos prêmios, entre eles o Oscar de melhor vídeo. Nesse mesmo ano, realizou umas cenas pro filme Thrashin’, mas foi demitido após imensos desentendimentos com o produtor. Além disso, atuou no curta-metragem R. P. G. o papel de Vinnie Dooler e no telefilme Slow Burn como Donnie Fleischer.

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