O rumo Pra Criação De Emprego 2

O rumo Pra Criação De Emprego

No fim de 2011, o panorama era desolador. A última EPA do ano deixou 5.273.600 pessoas sem serviço e uma taxa de desemprego de 22,85%, quase o triplo do que no início da decadência. Parecia irreal ser pior. E passou. Após 2 anos de Governo, Rajoy tinha 5.896.Trezentos desempregados (26,03%), uma dívida de 94% do PIB e uma contração de 1,2%. E no entanto, alguma coisa mudou. O Executivo está de imediato eufórico em razão de acredita que o pior imediatamente passou. Que há sintomas de recuperação, que os indicadores passaram a ser afirmativo e que se aproximam tempos melhores.

O PIB cresce. Modestamente, mas o faz, e as previsões de Moncloa, Comissão Europeia e a OCDE variam entre uma melhoria de um e de 1,5% para esse ano. O défice, igualmente, parece sob moderação, ou, pelo menos, não em disparada. E o prémio de risco, que colocou a nação à beira de uma intervenção total, caiu abaixo dos 150 pontos. Porém, Portugal tem um dificuldade grande, um que só compartilha Grécia, entre os países criados: o desemprego. A taxa espanhola é anormal, impensável. E, infelizmente, as previsões dos organismos internacionais não são, em absoluto, tão otimistas. Cidade, espera fechar a legislatura com 100.000 desempregados a menos do que no começo.

de Acordo com suas previsões, acabaremos 2014, com uma taxa de desemprego de 24,9 e 2015, com 23,3%. Mas não se precisa minimizar em 20% até 2017. Uma década depois do começo da crise, ainda 20% de desemprego. Portugal foi renovado o mercado de trabalho. Os especialistas concordam (a despeito de não de modo unânime), em que a reforma de serviço era necessária, no entanto não bastante. O balanço de seus 2 primeiros anos é quanto menos ambíguo.

As corporações neste momento são capazes de despedir mais com facilidade e há uma flexibilidade considerável. Mas isto não cria emprego. E essa é a enorme charada pendente. De acordo com Funcas, Portugal poderia reduzir o desemprego em 900.000 pessoas nos próximos 2 anos. O problema é que, desta quantidade, só 400.000 seriam por novos empregos, enquanto que meio milhão o compunham os que deixaram o país, deixaram de procurar trabalho ou se dedicam a novas coisas.

o Que há que fazer para reverter a circunstância o muito rapidamente possível? Os empresários têm claro: baixe as contribuições e, em geral, a pressão fiscal. Aumentar o investimento em setores estratégicos. Mais segurança jurídica e melhorar a formação. Mas frente ao mostrado, enfatizam, “os aumentos dos custos do serviço que vêm sofrendo as corporações têm um embate muito negativo pela competitividade e, por conseguinte, a construção de emprego”. Reconhecem que “a mudança de tendência no mercado de trabalho parece se avigorar”, mas avisam que inexistência muito por fazer e reclamam mudanças imediatas.

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“Os custos empresariais apresentam um progressivo aumento como decorrência da subida de 5% das bases máximas de cotação e por outra porção, a inclusão de novos conceitos em bancos de negociação”. E, então, considera que “pela medida em que o Estado rebaixe as cargas a respeito de os cidadãos e as organizações, esses devem dispor de mais recursos pra reativar o consumo e o investimento”.

Também, Anged partilha com a comissão Lagares “a imperiosa indispensabilidade de se ordenar de forma razoável e objetiva o nosso sistema fiscal”. “Consideramos muito positivas as propostas feitas na comissão pra simplificar o quadro regulamentar das CCAA e ver novamente todos aqueles tributos que não cumprem o teu principal intuito, ou representam um risco para a unidade de mercado”, garantem. Na mesma linha se pronuncia Andrés Barceló, diretor geral de Unesid, a patronal do aço. Em um estado em que 70% do emprego o que criam as pequenas e médias corporações, a voz de Cepyme, seu funcionário, é fundamental. Mas não basta. “Antes de tudo, é importante continuar com o programa de reformas para estabelecer uma apoio de crescimento seguido.

Por tua cota, Jesus Sainz, secretário-geral do Círculo de Empresários, concorda plenamente, contudo tem propostas mais concretas. Lembre-se que as contribuições sociais representam pras corporações espanholas, um 31,1% em ligação ao 20,9% da Alemanha, para 13,8% do Reino Unido ou 23,8% em Portugal”, e necessitam ser reduzidas. Mas não só limitando-se “a taxa plana a pouco tempo atrás aprovada, porém que deve ter significado de uma alteração estrutural da nossa economia”. Com infos de Victor Martinez, Ana Bravo e César Urrutia.

A instabilidade não teve o mesmo choque em todos os setores. No setor elétrico, tendo como exemplo, as 5 companhias de Unesa, o patronato, que empregam diretamente mais de 37.000 trabalhadores números que se têm mantido desde o início da queda. Eduardo Montes, seu presidente, explica que as medidas de maleabilidade propiciadas na reforma laboral “não tiveram especial incidência no sector -embora sejam considerados similarmente positivas-.

Mas insiste em que, pra que as organizações do setor “são motores de desenvolvimento e de emprego, há a necessidade de um marco regulatório estável. As organizações se vêem tributadas de forma excessiva; ademais, a remuneração que recebem atividades como a distribuição de energia elétrica foi fortemente cortada depois da aprovação da recente reforma elétrica. Esta ocorrência não incentiva o investimento, nem ao menos, por conseguinte, a fabricação de postos.

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