O Documentário-item Não É Tão Importante 2

O Documentário-item Não É Tão Importante

Imagem: Open Source Way perante licença CC. Alguém precisa misturá-las com aquela frase de John Lennon (ou será que era de Eric Clapton?): “A existência é aquilo que ocorre enquanto você faz outra coisa.” Pode ser um remix claro, mero maquiagem: a existência é aquilo que acontece no tempo em que você não atingir um intuito. Isto é: a existência é aquilo que acontece enquanto deambulas por um método imprevisível. Façamos um teste. Olha pra tela do teu micro computador. Entiéndela como algo mais que um conjunto de ecrã plasma e de alumínio.

Piénsala, tendo como exemplo, como uma soma de rascunhos, protótipos não utilizados, distribuição, conversas, estudos de mercado, reuniões, recomendações, melhorias e futuros meio-lugar. Demos um passo a mais. Marchando uma frase lapidaria: os objetos não existem. Não te esforces em tentar: os contornos das coisas se diluem. Os equipamentos são algo mais. Uma experiência coletiva em um espaço atemporal e distribuído, como por exemplo. E só existem em consequência a um processo compartilhado.

  • Ferramentas para a publicidade nas redes sociais
  • Em 2010, Donald Trump expressou seu vontade de que Assange seja interrogado.[112]
  • MLS / “Thierry é meu herói”
  • Gifs no Instagram Stories
  • 1 Taxa de alfabetização
  • quatro Falácia da verdade a meias
  • “Century” (com [[Re:boot (Kiro and Denis Av)]])
  • Contrata uma hospedagem (com 20% de desconto para os leitores de Inteligência Viajante)

Agora, alguns pretextos. No ano de 2006, o reverenciado Tim o’ Reilly, deixou claro que a era do 1.0 caracterizou-se por “produtos”. A era do 2.0 que inaugurava naquele texto megacitado foi protagonizada pelos serviços. Algo de gaveta, irá: não empreenda um website como um item, entretanto como um serviço web. E nessa incipiente mutação de Internet 3.0 -essa mistura de internet semântica, território interativo e geolocalização – desembarcou em cheio pela era dos processos.

Não te esforces: nunca chegará a versão alfa, definitiva, de nada. O mundo está melhor em beta: em constante avaliação, investigação e recurso. Para que pessoas siga a ponderar que teu computador é apenas um pedaço de alumínio, neste local irão seis argumentos (em beta) a respeito da era dos processos. 1. A informática é um procedimento.

Desde que Richard Stallman saísse do prestigiado Massachusetts Institute of Technology (MIT), pela rigidez de suas patentes, o universo da informática deu um giro radical. Stallman, hackeando os princípios do copyright, criou a licença copyleft. E com isto deu aos programadores e usuários de todo o mundo a liberdade de copiar, repartir, estudar, modificar e melhorar o software.

Existe melhor modelo de modo que um programa de software livre em constante modificação, melhoria e remix? O código-referência de um programa é somente uma primeira linha de um modo imprevisível. O sucesso do sistema operacional Linux, em permanente aprimoramento a começar por uma comunidade distribuída de programadores, colocou em xeque os produtos fechados da Microsoft. E o movimento open source, que libera o código de programação, bem que não compartilhem todos os princípios éticos do movimento do software livre, está colocando de cabeça pra miúdo o universo tecnológico.

Abra teu código. Colabora no procedimento. O que Stallman não suspeitava é que tua ética informática, sua copyleft, contaminarían a outros domínios como a cultura. 2. A arquitetura é um modo. Se você é vereador de urbanismo, terminaram de inaugurar praças com referências cheias de patos de mármore errôneo. Se você é um cidadão, concentre-se nessa frase: nós não devemos da arquitetura, temos Facebook. É o título de um polêmico artigo do arquiteto holandês Edwin Gardner.

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