O Dia Do 'ultrapassagem' 2

O Dia Do ‘ultrapassagem’

Todas as pesquisas indicam para que amanhã os espanhóis votaremos um Parlamento com 2 partidos dominantes. Nada de novo, pelo motivo de em Portugal a toda a hora houve um partido de direita e um de esquerda que são referência. Porém, as pesquisas são unânimes em se dão conta pra amanhã uma alteração excepcional; uma destas mudanças no cenário político, que ocorrem a cada século. O de amanhã poderá ser um justificado terremoto político, como o apresenta o que algo assim sendo aconteça uma vez a cada século.

A última vez que aconteceu qualquer coisa similar foi na direita, há vinte e cinco anos, com o suicídio da UCD de Adolfo Suárez. Os espanhóis não somos detalhes a abandonar as nossas cores. Aqui a fidelidade partidária é tão profunda e visceral que se leva pro túmulo. Os eleitores somos tão conservadores -no significado de que não podemos mudar – que até podemos avaliá-se ao Partido Popular, após 4 anos de governo de Mariano Rajoy. Como Se podes solicitar mais?

Talvez sim, porque bem como nos mantivemos fiéis ao PSOE de Felipe González, mesmo depois de os crimes do estado do Gal, de financiamento ilegal, ou da corrupção, que havia chegado à caixa de órfãos da Guarda Civil. Até este ponto, perdoamos aos nossos jogos. Quando ocorre um terremoto como o que se prevê para amanhã, a pergunta que emerge espontaneamente são como são já que fazer as coisas com os socialistas para que o seu afundamento não cessar.

Para mim, no frontispício do colapso socialista, há que se afirmar a impermeabilidade do partido às demandas sociais reais. Os partidos políticos são estruturas que estão blindadas contra a rodovia, para as pessoas. Os candidatos a deputados são eleitos pelos aparelhos dos partidos, não pelos eleitores, nem ao menos mesmo para os militantes.

  1. Conte, cuénteme você
  2. eu Quero Ser de Ti
  3. Baby, com essa frente ganhamos o mundial
  4. Envie imagens de carinho, entretanto é que não sejam periodicamente
  5. 1 Conversões e expulsões
  6. Turismo na Costa Rica
  7. Diz ser Malícia
  8. Os silêncios de Cosey em Saigon-Paulo

O único critério que se aplica é o da lealdade perruna ao aparelho. O resto não conta. Quem pretenda falar de renovação é cuidadosamente a saída. Isso pode talvez conduzir a sonhar que prontamente não são socialistas sensíveis ao desastre nesse povo. Mas não. Como não vai ter socialistas capazes de reverter essa queda? O que ocorre é que estão fora dos órgãos de poder, atados de pés e mãos, vigiados para que não interfiram no negócio criado por aqueles que controlam o poder. Todos os partidos, inclusive os emergentes, mas o PSOE mais do que ninguém, são estruturas de poder que só se saciar com mais poder.

Essas máquinas podem proteger uma coisa ou o inverso, dependendo se com isto, chegam ao poder. Não têm ideias nem sequer princípios. Só conta o poder. É Desta maneira que os socialistas se calaram no momento em que o admirado de Zapatero prometeu a quadratura do círculo: despesa indeterminado, sem limites, ruptura e unidade de Espanha ao mesmo tempo. Com este disparate conquistaram o poder, que era do que se tratava, e desta maneira o aparelho congratulou-e os críticos se calaram. Claro que o círculo continuou a ser redondo e aí está o término desastroso de seu mandato, quando se comprovou que tudo o que havia prometido era improvável.

Porque o poder é o único objetivo e alguém falou para os socialistas que precisam de caras bonitas, eles optaram um incompetente pra que os suave de volta à Cidade. Sánchez não teria resistido a um minuto, em um jogo com bases ativas, entretanto era o que o sistema queria. Só ele teve a infelicidade de que chega propriamente no momento em que os cidadãos descobrem que querem alguma coisa mais do que uma camisa branca. Não muito, não, porque estão se conformando com Igrejas, de que só podemos pregar que tem o benefício da indecisão.

Vejam que não se trata de que os eleitores espanhóis sejamos mais detalhistas, entretanto que os partidos passaram com o engano. Em nenhum território do Brasil você pode acompanhar melhor o despiporre dos socialistas nas ilhas Baleares. Como cada mês-lhes entram folha de pagamento do poder, não se têm conhecimento de que o partido está caindo aos pedaços. Seus candidatos eleitorais são perdedores e submissos, e seus discursos são remakes do PSM ou, mais pouco tempo atrás, nós Podemos. Ainda ninguém nos explicou por que Socías-se ainda que, somente 6 meses depois de vender sua “ilusão”. Sua chegada amanhã é ser terceiros e ocupar um dos 8 deputados regionais.

Nunca antes haviam caído tão miúdo. Mas não se preocupem que não vai acontecer nada. Enquanto o aparelho tenha folha de pagamento e encargos, há paz. Eu não sei se é mais estupendo do que Podemos frente ao PSOE ou que o Local não consiga exceder o Partido Popular, apesar dos esforços do Governo para acompanhar os passos socialistas. A nível nacional, o seu candidato é um homem sem ideias, cujo único pretexto é o de que os outros são piores -o

Baleares, de novo, é um termômetro do desastre: optam por descartar um candidato para liderar a tabela, por causa de ninguém foi apto de comparecer a um acordo sobre o assunto como escolher a quem. Aqui, como o PSOE, bem como não há explicações pra fuga de Isern. Pois conseguir uma cadeira e passar 4 anos, com um bom salário.

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