O Cidadão Como Cliente Da Administração 2

O Cidadão Como Cliente Da Administração

O freguês de na atualidade é digital. Está acostumado com o emprego das outras tecnologias e se guia pela rapidez e personalização. Tem claro o que pretende, e como quer de imediato. E além disso, espera que as marcas saibam quem é, conheçam seus gostos e façam promoções de acordo com esse conhecimento. Se, ademais, são capazes de prever suas necessidades, adiantar-se e resolvê-los, você irá ganhou a tua fidelidade permanece por muitos anos. É o que se chama de tratado do cliente.

o Burocracia ágil e sem papel? A efetividade e a eficiência na gestão das administrações públicas foi questionado durante séculos. Quase a todo o momento que se analisa a gestão pública é feita através da concepção do gasto que supõe ou de produtividade e competência que precisa obter, entretanto poucas vezes se efetua por intermédio da vertente do serviço ao cidadão.

Essa idéia tem que alterar já que o universo neste instante o fez e os cidadãos com ele. Fazem-Se necessárias estratégias digitais que dêem resposta a essa ocorrência pra conseguir o mesmo tratamento que oferecem as empresas para o cliente e para poder obter o mesmo grau de pacto do cidadão que atingem as empresas com seus consumidores.

Essa nova estratégia requer situar o cidadão no centro, que é o núcleo de toda a estratégia de serviço público. E não é uma quimera. Já há países no mundo que começaram a fazê-lo. A primeira quantidade que devia tomar é acrescentar os canais digitais que conseguem ser utilizados para adquirir dicas, realizar transações, gestão, etc., É fundamental pôr em prática portais de autoatendimento internet, estão disponíveis as vinte e quatro horas do dia, os sete dias da semana, pra que o cidadão possa fazer seus procedimentos quando e onde quiser. Se está avançando, no entanto de uma forma muito lenta.

A tecnologia e os costumes das pessoas estão evoluindo rapidamente: querem poder se avisar de um a outro lado das mídias sociais, utilizar apps pra interagir e, é claro, poder fazê-lo pelo dispositivo móvel. É verdade que, nos últimos anos, Portugal tem dado alguns passos consideráveis nesta direção, graças ao Plano de Transformação digital da Administração Geral do Estado e seus órgãos públicos.

Efetivamente, segundo o Índice da Economia e Sociedade Digitais 2018 da UE, a extensão em que melhores resultados obtém a nação é a de serviços públicos digitais. Em linhas gerais, têm aumentado as interações dos cidadãos com a Administração, e isto permitiu uma poupança entre 2012 e 2017 de 4.000 milhões de euros (60% pros cidadãos e 40% pra Administração).

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E é que, de acordo com dados da UE, o custo de um procedimento administrativo presencial para os cidadãos e as organizações é de oitenta euros e de 5, se for feita acessando-os serviços públicos por meio da internet. Esses números demonstram os avanços que ocorreram e a relevância do ponto de visibilidade do custo.

E em uma comunidade como a atual, em que o cidadão está exigindo transparência e responsabilidade em gastos, precisam salientar que se fazem as coisas bem e que lhe confere valor. Quanto mais inovadores são os serviços que se proponham, superior será o grau de euforia do cidadão. Todavia, como costuma acontecer, o setor privado se move muito rapidamente do que o público, e no que diz respeito à digitalização da relação com o freguês, avança a uma velocidade vertiginosa.

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