"Meu Personagem É Um Frankenstein, Mas Também Um Ulisses Que Chega Tarde" 2

“Meu Personagem É Um Frankenstein, Mas Também Um Ulisses Que Chega Tarde”

a primeira Coisa que surpreende do Eva, o último fruto da geração ESCAC, é sua imbatível fatura. Ouvindo teu diretor, produz menos surpresa. Kike Maíllo esta dotado do dom da eloquência, manifestação de uma inteligência genuína que lhe socorro a defender como ele merece o seu primeiro video, um deslumbrante trama de ficção científica a respeito da robótica e mecânica dos afetos. Deu uma alegria em Veneza e foi bem acolhido em Sitges.

Desde sexta-feira, enfrenta a bilheteria. Como se levanta o financiamento para uma estreia como esta? Exige muito trabalho. Não há dúvida que tem qualquer coisa a observar com o que o orçamento estava associado a um gênero que não estava muito tocado. Isto poderá instituir uma barreira ou, se se atravessar a barreira, por outro lado, existem pessoas que, ou está à espera de olhar um video deste jeito, ou está esperando para financiar um item por isso. Que o vídeo seja uma rara avis nos ajudou. Evidentemente existem alguns medos industriais sobre isso se se pode transportar adiante um projeto como essa de. E pra vencer esses medos, a primeira coisa que fizemos, em paralelo com a primeira versão do roteiro, foi realizar um teaser.

Com 2 atores, fomos para a neve e durante dois dias rodamos uma peça de cinco ou seis minutos. Exato, sim. Acontece que muito pouca gente entende ler roteiros, neste povo e em todos os países do mundo. Um roteiro é muito desagradável, é uma coisa muito técnica, muito fria, e se você não conhece o diretor, é muito dificultoso captar o que está acontecendo.

Com Amelie não tenho dúvida que ocorreu o mesmo, ele tentou vender a 15 televisões e ninguém queria comprar sobre o travessão. Realizamos um teaser e lá metemos os primeiros efeitos especiais, que era o que todo o mundo tinha mais pavor. É uma indecisão que me surpreende por causa de serviço bastante na publicidade e nos últimos trinta anos, vêm fazendo esse tipo de efeitos com desenvoltura e ganhando vários prêmios fora. A verdade é que a televisão trata-se do único setor que é indústria.

É verdade que o orçamento que barajaba o vídeo é um orçamento médio-alto para ser um filme espanhol, por volta de 5,5 milhões, entretanto muito nanico para ser ficção científica. É uma rara avis no cinema português e é uma rara avis em produtos ESCAC. Não tenho dúvida que, comigo e com Sergi Casamitjana, que é o produtor executivo, juntou-se a fome com a vontade de ingerir. Eu assim como meus curtas-metragens havia pisado em um terreno pseudorrealista, se se poderá expor assim sendo, no entanto os dois tínhamos desejo de mudar.

Ele já que de imediato usava quatro ou cinco videos que ele chama de “sociais”, e eu queria fazer alguma coisa mais enorme, mais de género; e eu não tinha feito coisas mais incríveis visto que não tinha tido a chance. Não tenho dúvida que você precisará ouvir tratar muito de Frankenstein, Pinóquio, de Inteligência Artificial, de Spielberg e Kubrick, mesmo de Blade Runner, referências do mito de Prometeu a fantasia e a ficção científica. Não o assustavam os precedentes? Não me deu pavor, por causa de o vídeo começou ocorre sem esses referentes, a começar por uma perspectiva contrário. A criança era maior, uma moça de 15 anos, e no vídeo os óleos liberados pelas lolísticos, por então expressar, eram muito mais claras, mais petulante.

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Pouco a insuficiente o elenco levou-nos para onde está de imediato. Aconteceu de uma maneira muito natural, por outro lado, visto que é possível que muita gente quer ter uma moça de quinze anos em moradia, porém muita gente mais quer possuir uma garota de dez, e eu desejaria de tê-la a todo o momento. Por outro lado, acho que cheguei a robótica para o lado inverso ao que obviamente chegou Kubrick. Ele tem um carrerón e obviamente agora lhe deu a volta ao marcador, e eu estou no começo. A mim não me interessa se os robôs sentem ou não, ou quais são seus direitos, mas que se sente o homem e qual é a tua ligação com as máquinas.

Me interessa muito da idéia de emulação, que se dê aproximado se o que você tem na frente é um ser humano ou não, no entanto se a emulação é bacana ou não e o que te apresenta essa emulação. O ponto de visão do humano, a suposição de que nos possamos gostar uma almofada foi o que me moveu. Se a almofada te responde e faz as perguntas certas, e se você diz que “não” quando você precisa relatar que “não” com certeza você possa construir uma ponte emocional com uma almofada. Diz que a neve agora estava no teaser.

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