Estratégias De Intervenção - Alguns Aspectos Metodológicos E Epistemológicos 2

Estratégias De Intervenção – Alguns Aspectos Metodológicos E Epistemológicos

Diversas disciplinas das Ciências Sociais, caracterizam-se por passar diferentes procedimentos mediante os quais absorvem práticas dentro da realidade, para modificá-la. Poderíamos inserir todos estes procedimentos dentro das chamadas estratégias de intervenção, entendendo-se que uma estratégia de intervenção opera como um conjunto de meios e técnicas processuais que objetivam fornecer alterações na realidade observada e/ou estudada. Este ensaio apresenta alguns aspectos metodológicos e epistemológicos da intervenção em Ciências Sociais.

As Ciências Sociais trabalham com instrumentos móveis e mutáveis. Daí que o conhecimento das atuais alterações do social, seja a chave pra uma intervenção social eficaz. Toda a intervenção pressupõe um questionamento da realidade e um imperativo de agir para mudá-la. Em definidos tipos de intervenção, o problema se materializa em um cidadão ou grupo, ao que chamamos de “um caso”, que é a explicação de uma definida circunstância da vida real que afeta um sujeito. Definimos uma estratégia de intervenção como o conjunto coesivo de recursos utilizados por uma equipe profissional disciplinar ou multidisciplinar, com a finalidade de implementar tarefas em um instituído espaço social e sócio-cultural com o foco de fornecer instituídos transformações.

  • Sagan: “enfim! Esta vitória é um alívio”
  • Falta de modelos de integração
  • [Lisboa+D Documentação] Plano de social media e community manager
  • Elaboração de páginas web

a escoltar está O esquema essencial pro desenho de estratégias de intervenção no campo geral das Ciências Sociais. 1.- Identificação do assunto ou recinto do defeito. Trata-Se de focalizar o conjunto de variáveis sociais, econômicas, políticas, tecnológicas e culturais que intervêm e influenciam um acordado problema de busca. 2. Análise e identificação do defeito: causas, fatores, conseqüências. Estabelece aqui, as causas mediatas e imediatas, as causas principais e secundárias; os fatores centrais que determinam e conformam a dificuldade; e os efeitos indirectos e imediatos que resultam de tais fatores.

3.- Objectivos gerais e operacionais da estratégia de intervenção. 4.- Público-alvo e efeitos multiplicadores da intervenção. 5.- Meios, técnicas e recursos (humanos, financeiros, equipamentos e tecnológicos) que serão utilizadas pela intervenção. A estratégia de mídia precisa adicionar uma estimativa de todos os recursos necessários numa combinação que depende, principalmente, dos recursos financeiros e do material humano e profissional posicionado à dedicação do projeto. 5.- Identificação de metas e indicadores de promoção observáveis. Uma carta Gantt poderá ser uma ferramenta de planejamento util para esta explicação de tarefas, as metas e resultados esperados, os quais devem ser coerentes com os objectivos da estratégia.

Além do mais, salientaram que existe muita interação com os ‘postagem’ específicos de destinos turísticos, em tal grau os ‘adoro’, como comentários pessoais que ajudam ao progresso do destino. A presença de Andaluzia, no Facebook vem sendo destacada e foram feitas duas fontes internacionais, como o perfil da própria Concierge —Vive Andaluzia—.

O Concierge também está presente, bem que em pequeno quantidade, pela rede de fotos Flickr e conta com o diário de bordo Andaluzia site. Alonso assim como foi desembarcado nas redes sociais. Em concreto, no Facebook, seu perfil pessoal conta com mais de 3.700 amigos, um número que não pára de acrescentar. O conselheiro sim interage com seus seguidores e dedica o teu perfil pra pendurar notícias postadas em meios de comunicação e a falar com seus ‘amigos’ sobre o destino Andaluzia e as atividades que se realizam pela Comunidade Autónoma.

Por exemplo, verificou-se que os pacientes com câncer de mama realizam a maioria das comparações com pacientes menos afortunados do que eles. Apesar de que as investigações em comparação social sugerem que as comparações ascendentes são capazes de baixar a auto-estima, Rebecca L. Collins acredita que este não é a toda a hora o caso. Também foi proposto que as comparações ascendentes conseguem fornecer a inspiração pra aperfeiçoar.

em um estudo descobriu que, apesar de as pacientes com câncer de mama faziam mais comparações descendentes, mostravam preferência por infos sobre o assunto outras pessoas mais afortunadas. Resumindo, as comparações sociais descendentes têm mais oportunidades de fazer-nos perceber melhor com nós mesmos, enquanto que as ascendentes são mais propensas a nos mobilizar pra conseguir mais e voltar mais grande.

Lisa G. Aspinwall e Shelley E. Taylor observaram o humor, a auto-estima e a ameaça como coordenadores que conduzem os indivíduos a escolher entre fazer comparações sociais ascendentes ou descendentes. As comparações descendentes em casos em que os indivíduos experimentaram uma ameaça à sua auto-estima produzem auto-opiniões mais favoráveis.

contudo, as pessoas com auto-estima baixa ou que estão passando por qualquer revés nas tuas vidas (como pegar más notas pela instituição, ou sofrer de alguma doença) tendem a auxiliar a comparação descendente a respeito da ascendente. Assim, as pessoas com baixa auto-estima e afecto negativo melhoram teu humor, fazendo comparações descendentes; porém seu humor não melhorou em tal grau quanto o faria se tivessem a auto-estima alta. Ainda assim sendo, estas comparações sociais melhoram teu humor negativo e lhes permitem perceber expectativa e motivação pro futuro.

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