Entrevista Com O Especialista Em Branding Andy Stalman 2

Entrevista Com O Especialista Em Branding Andy Stalman

Andy Stalman é considerado um dos especialistas mais conceituados do universo em branding, estratégia de marca, pessoal ou de organização, que contém todos os parâmetros que podem nos diferenciar dos outros. O profissional argentino acaba de escrever Brandoffon (Gestão 2000), em que as marcas são o ponto de partida pra uma reflexão mais profunda: Que tipo de humanidade, estamos a gerar ou que tipo de sociedade estamos desenvolvendo.

Stalman acredita que toda pessoa ou corporação que quiser ser relevante no século XXI necessita possuir uma presença online e não doar as costas pra emoções. Ainda em vista disso, o autor não tem questões de que “o importante da alma não tem somente que observar com as emoções, mas com a autenticidade.

Que o que se pensa, o que sente, o que se diz e o que se faz seja firme”. Se você é personagem, você pode fazer o futuro, durante o tempo que que, se você é espectador, assim, não haverá balcão de reclamações, estará no outro”. Tomamos a luva e lhe lançamos a ele a mesma pergunta: “Eu sou argentino, não me resta outra que ser personagem”.

  • 2002: RAINBOW
  • Esticar os músculos fortemente pra não tremer
  • Nos mostra um detalhe do objeto e convida-nos a visitar o web site
  • 8 Compartilhe a foto depois de ser publicado
  • A cerimónia de fim pôs fim aos Jogos de Londres de 2012
  • Objetivos específicos, metas, modelos, políticas e regras
  • a Identificação plena e verificada do freguês
  • Faz quota de grupos com os mesmos interesses

vamos Começar, se lhe parece, pela base. Qual é a diferença entre as ações de branding e marketing? O branding é o que você é, sempre que que o marketing é contar aos outros o que és. O branding é a tua personalidade, a tua alma, teu DNA, sua essência, seu espírito e tudo aquilo que te faz diferente dos outros. O marketing é como ligar ou como chega-se a pessoas a partir dessa essência. O que pesa mais numa marca? Nenhuma das duas é mais sério que a outra, têm que trabalhar de forma integrada.

Verdadeiramente, a minha proposta é utilizar o neologismo brandketing: o branding sem marketing não tem voz, entretanto o marketing sem o branding não tem alma. Fala de uma nova época de existência que catalogado como ‘Era Digital’. O quer dizer com isso que as marcas que não estão pela web finalizarão desaparecendo? A realidade da internet é como a eletricidade: não se idealiza o mundo sem ela. Não é uma coisa que possa apertar um botão e desligar.

As marcas que estão somente no espaço físico e ignorem o digital, é muito provável que acabem desaparecendo. Também é certo que não haverá quem te narrar que 90% do sector do retalho, de venda a retalho, se ainda está fazendo no espaço físico, e terão explicação. Não há que esquecer que a internet tem apenas 25 anos, durante o tempo que que a nossa história tem milhares de anos. Estamos escrevendo a história digital em primeira pessoa. Isso gera desconfiança nas empresas?

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