Educação Na Roma Antiga 2

Educação Na Roma Antiga

A educação pela Roma Antiga, desde os últimos séculos da República romana, era um dispositivo conectado à elite social, que proporcionava a seus filhos uma educação para o jeito grego. O paedagogus (expressão grega que deriva da atual “pedagogo” era o escravo que levava a criancinha para a schola (“escola”).

No primeiro ensino, o nutritor ou Ptropheus era o responsável por ensinar a criancinha a ler e de sua educação até a puberdade. Devia dirigir-se a teu pai, chamando-o de compreender (senhor). A próxima fase da educação teve recinto no ginásio ou palaestra. No Oriente, as principais matérias eram a língua grega, as obras de Homero, retórica, filosofia, música e esporte. Em contrapartida, no Ocidente, se ensinava além latim, em detrimento da música e o esporte.

Aos 16 ou dezessete anos, tinha uma bifurcação no caminho dos adolescentes, que tiveram que se decidir sobre o exército ou os estudos. A escrita cursiva romana poderia ser entendido como as letras maiúsculas e minúsculas de nossa linguagem diária, mas mudam um tanto do antigo linguagem ao teu(s) atual(is) estado(s).

Os rolos eram a forma habitual de recolher os textos e conservá-los em bibliotecas; o modelo “livro”, com páginas, não se impôs até o início da Idade Média. A amamentação e os primeiros cuidados, eram consagrados a uma adora de criação, adora de leite ou mãe é uma mulher que alimenta a um rapaz que não é seu filho, considerada na moça como uma segunda mãe. Os primeiros brinquedos eram os chocalhos (crepitacula).

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A schola (“faculdade”) era regida pelo calendário religioso, as aulas se davam as manhãs e era mista até os doze anos. Um barco era o responsável por explicar às moças os autores clássicos e da mitologia, durante o tempo que que as crianças, consideradas adultas e, aos catorze anos (domina, kyria), podiam ter um que vai aconselhar os clássicos. A educação teve espaço no ginásio ou na palaestra. No oriente, as principais matérias eram Grego, Homero, Retórica, Filosofia, Música e Esporte.

No entanto, na metade ocidental, se ensinava além latim, em detrimento da música e o esporte. Aos 16 ou dezessete anos, tinha uma bifurcação no caminho dos jovens, que tiveram que resolver pelo exército, ou os estudos (cursus honorum). A maioria de idade se conseguia ao vestir a toga viril, decisão que dependia do tutor ou do pai.

Que o filho formasse uma família (paterfamilias) era só possível depois da morte de teu pai, sendo condenados à morte pelo pai, se não cumpriram esta esta norma. Entre em tão alto grau, seus filhos recebiam um anão salário (peculium) e deviam responder à tua autoridade (patria potestas). Os pais foram os que educam os filhos em Roma dos primeiros tempos. Os costumes, as crenças e as lendas iam passando portanto familiarmente de umas gerações pra algumas. Geralmente, era a mãe (se sabia) que ensinava a ler, publicar e fazer contas. O pai procurava gradualmente tirar-lhe ensinando as leis e costumes de todo ótimo cidadão romano.

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