Dentro Do Visual Merchandising 2

Dentro Do Visual Merchandising

São atividades que instigam a compra no ponto de venda. É o conjunto de estudos e técnicas comerciais que permitem dar o produto ou serviço nas melhores condições, em tal grau físicas como psicológicas, ao cliente final. Em contraposição à exibição passiva, executa-se uma exposição ativa do produto ou serviço, usando uma ampla abundância de mecanismos que o tornam mais atraente: colocação, exposição, etc. O merchandising acrescenta toda a actividade montada no ponto de venda, que deseja firmar ou substituir o modo de compra, em favor de produtos mais rentáveis pro estabelecimento. Os objetivos básicos do merchandising são: chamar a atenção, direcionar o comprador para o artefato, descomplicar a ação de compra.

Enquanto que o fabricante vende um item ou conjunto de produtos relativamente baixo, o distribuidor comercializa uma gama completa de produtos, chamada de “multiplicidade”. Por outro lado, no momento em que o fabricante projeta teu item tem em mente um mercado potencial muito extenso, que, em diversos casos, estende-se a diversos países. Não obstante, o distribuidor está orientado para sua área de influência, de onde vêm os clientes atuais e potenciais. Merchandising do distribuidor: ações do varejista em seu estabelecimento, que procura não somente vender os produtos de tua oferta, entretanto bem como optimizar a rentabilidade da superfície dedicada à venda. Localização preferencial do artefato: trata-Se de posicionar o artefato em locais onde aumentam as chances de ser adquirido pelo freguês.

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Em supermercados e superfícies de livre serviço são os cabeçalhos de gôndolas, prateleiras à altura dos olhos e as áreas próximas aos caixas. Pilhas e exposições maciças de item: Dão intuição de abundância e podem causar um efeito afirmativo no freguêses. Contentores expositores descobertos: Se os produtos estão desarrumadas dão sensação de ganga. Extensões de linha: Disposições extensíveis das estantes, destinado a fazer destacar um item do resto.

Mastros: (Por analogia com o mastro de um barco). Cartazes rigorosos sustentados por um mastro em que se anunciam promoções ou produtos. Mensagens anunciadores: São pendurados nas paredes, o mobiliário ou o teto do estabelecimento. Sinalizadores: Indicadores como setas ou linhas no chão, que servem para direcionar o tráfego e a atenção dos clientes.

Publicidade no lugar de venda ou PLV: Expositores, stands ou apresentadores de produto de carácter permanente ou temporário; caixas expositoras e displays. Demonstrações e degustações: Costumam ter muita aceitação nos estabelecimentos e motivar sérias incrementos de venda. As demonstrações são feitas para produtos de emprego como eletrodomésticos e as degustações para bebidas e alimentos. Animação no ponto de venda: Conjunto de ações promocionais, que são realizadas em um hotel durante um tempo instituído por ocasião de um evento especial. Por exemplo: Semana excelente, Volta as aulas, Dia dos Namorados, etc

Vendedor silencioso: Dentro do Visual Merchandising, faz a função de um canal de intercomunicação entre o ponto de venda e o consumidor. Outra acepção do merchandising é a de objectos promocionais (assim como chamados de “reclames publicitários”, em inglês tie-in, pelo motivo de estão ligados a um objeto). Variam em tamanho e valor, de acordo com os objetivos da campanha de comunicação. Hoje em dia, os objetos de merchandising são utilizados por várias organizações pra obter a atração de novos compradores e clientes falando de um local comercial que forneça um bom artefato e/ou serviço.

As organizações buscam chamar a atenção dos compradores com produtos de merchandinsing inovadores, por desse jeito relatar, fora do comum, gastando assim sendo fortunas em criações, em tão alto grau pra vender, quanto pra dar de presente aos freguêses em destaque. Um artefato licenciado é aquele que se vende apoiado essencialmente na marca ou imagem de outro serviço ou produto.

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