Bom Para Todos 2

Bom Para Todos

Miguel de Unamuno, santo e a senha da Geração de noventa e oito , foi planejado dessa semana sobre a cena política espanhola. De vez em no momento em que ele faz. Apesar de ser considerada “vasco universal” hoje se lhe poderá aplicar o adesivo de vasco transversal. São indicadas a ele, em poucos dias, partidos tão diferentes como Esquerra Republicana, PP ou Vox. Na sessão da segunda votação, a ultra-direita, replicou com isto 2 dias depois -“nem sequer vencereis, nem convenceréis”- e o Povo falou que era “surpreendente” ouvir Santiago Abascal “parafrasear a Unamuno, em defesa de tuas posições”.

Mas isso não é tudo. O PP é escudó em o escritor e pensador para esclarecer que Javier Maroto seja nomeado senador por Castela e Leão depois de não comprar vaga na Câmara Baixa por Álava. Alfonso Fernández Mañueco, presidente castellanoleonés, alegou numa entrevista que “Unamuno era vasco e defendeu como ninguém nesta terra, com o Congresso dos Deputados”. No passado, os famosos já usaram a frase como lema em protestos contra a devolução dos papéis de Salamanca, a Autarquia e a pendurou em um banner pela Prefeitura da cidade.

Há Unamuno para todos. É um discurso tão manuseado, tão precioso e tão tergiversado, que no encerramento não isto é nada. Há diversos relatos do discurso improvisado que ele argumentou e o que ocorreu; e se foi ou não um confronto do assim sendo reitor da instituição, com o general mutilado.

“Na realidade, não há nenhuma forma de saber a literalidade do discurso de miguel de Unamuno, por causa de foi uma improvisação e não foi recolhido na imprensa da data”, diz Magro. “Circulam diversas versões que entrecomillan frases e parágrafos inteiros, atribuindo a Unamuno a autoria literal”, detalha. A avaliação de que “as frases proferidas pelo reitor Unamuno foram fruto de uma intensa mito”.

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Há um rascunho escrito por Unamuno, naquele dia, com algumas expressões soltas, porém não há qualquer registro de seu discurso, que teve repercussão nos meses posteriores no lado republicano e em abundantes meios de intercomunicação franceses. Posteriormente, caiu no esquecimento. O que sim poderá ser atribuído a miguel de Unamuno é o sentido da frase mais ilustre daquele dia. O escritor falangista José Maria Pemán, que foi o paraninfo, reconheceu em um post no ABC, em 1964, o significado das expressões do reitor, que presidia o ato em nome de Franco. Mas negou que fosse uma réplica do uniforme, que só interveio no fim, com a sentença “

< / p>“, entretanto pode ser “morram os intelectuais traidores” ou “morra a intelectualidade traidora”. Também há muitos relatos a respeito. Um Unamuno desencantado com a República apoia a sublevação de Franco, em um primeiro momento, crendo que irá restaurar a ordem; entretanto à capacidade que os meses passam e vê a repressão e a agressão, que se opõe e discorda. O imprevisto se insere nesta decepção e no horror das atrocidades da guerra.

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