As Ajudas Envenenadas Do Conselho 2

As Ajudas Envenenadas Do Conselho

Atrás há pessoas que estão se agrupando nas redes sociais autônomos a que o Conselho lhes reclama a devolução destas ajudas após anos, com juros acumulados. As duas se chamam Ana, as duas são de Granada e as duas têm em comum a Diretoria lhes reclama auxílios do ticket autônomo de 2009 e 2007. Com juros.

Mas não são as únicas. Os casos se acumulam nas páginas do BOJA, onde são relatados os processos de levantamento, e também se irão agrupando em websites, fóruns e páginas de Facebook de ‘Enganados na Junta’. Os dois acreditavam que estavam devidamente assessoradas por técnicos que lhes falaram de suporte. Umas vezes, de acordo com os depoimentos dos atingidos, essa assessoria foi numa UTELDT, ou em um CADE ou numa Câmara de Comércio.

Mas, já, as cartas que recebem a Junta só discursar-lhes que não cumpriram esta condições, que não têm justificado os gastos e que têm que devolver tudo e com juros. A Diretoria faz o limite de tempo pra que não impuserem desta maneira, são diversos interesses, já que agora faz um tempo que eles não têm a responsabilidade. De acordo com a Câmara de Contas, em setembro de 2013 “havia 3.842 processos de auxílios concedidos no recurso de levantamento que se encontravam pendentes de entrada pela Assembleia. Esta incidência, ascendeu a um montante total de 20,2 milhões de euros de dívida principal e de 795.600 de juros de mora”. Moisés é outro dos afetados.

Colocar em 2007, uma agência de viagens, pediu a socorro de trabalhador por conta própria e, quando bateu a decadência, pôs-se a levar um caminhão muitas horas pela manhã. Aos 2 anos, fechou o negócio. Agora está desempregado. Nunca se leu a ordem da Diretoria para o programa, neste momento faziam os técnicos da UTELDT por ele. Não sabia que não podia trabalhar por conta de outrem, ou mesmo várias horas, alguns meses atrás, para adquirir acompanhar em frente.

Agora, essa é a razão por que pedem a devolução e juros. Veio a incerteza e esta empreendedora especialista em marketing digital de El Padul pôs-se a tomar conta de idosos que necessitavam de fraldas e a trabalhar no campo. E acabou aceitando o pagamento, em razão de ameaçavam penhorar um menor terreno que fazem uso seus pais, maiores. Mas, desde há bastante tempo, não tem pra pagar essa dívida com a Diretoria: “eu Sei de mais casos que aceitaram o pagamento por essas ameaças de penhora”.

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Ana Pombais, tradutora, segue autónoma dez anos depois de ter pedido a auxílio da Junta. E, por isso, são capazes de reivindicar. Sabe de casos que receberam a ajuda, que exigia estar de alta em doze meses no mínimo, e que se deram baixa no décimo terceiro mês. Não é o teu caso.

“eu Me sinto com as mãos amarradas e indignada”. Além do mais, dizem que os serviços de publicidade não estão amparados, quando coloca certamente que sim. Apresentou declarações, o método 3 vezes. Agora, pedem 1.500 euros de juros. Não tem nenhuma fé no contencioso administrativo, o que leva e o que podes custar. Só lhe resta se revoltar. E prosseguir a trabalhar para pagar divisão de uma auxílio envenenada.

Ao menos, segundo apresenta conta o BOJA, estão aceitando a divisão de pagamentos. A tradutora lhe contam os técnicos da Diretoria, o mesmo que a Ana Martín, a empreendedora de El Padul que mesmo admite ter perdido as maneiras em uma visita ao escritório da Diretoria.

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