Anexo:Mamíferos Em data Histórica 2

Anexo:Mamíferos Em data Histórica

Os mamíferos listados nesta relação são só aqueles afetados neste fim a partir dos últimos 1000 anos. Sofreram este término devido a fundamental da expansão do homem e outros animais associados à colonização humana, como conseguem ser cães, gatos ou ratos. A invasão por o homem de ecossistemas isolados (basicamente, ilhas e regiões remotas) e, acima de tudo, por predadores introduzidos nesse, como gatos, serpentes e até mesmo roedores invasivos, que competiam com outros roedores nativos. Esta vem sendo a principal circunstância da extinção de espécies insulares, que em vários casos tinham evoluído sem predadores, a título de exemplo, muitos mamíferos, como os lêmures gigantes ou os nesofontes das Antilhas.

A caça indiscriminada, seja como esporte, caso do hipótrago azul ou bluebock (Hippotragus leucophaeus); por tuas peles, como é o caso do vison de mar. Neste ponto assim como se incluiria a caça como procedimento pra exterminar aqueles predadores considerados uma ameaça pro gado, como o tilacino ou o lobo das Malvinas. Esses 2 fatores, mais a perda de habitat generalizado que tem proporcionado a colonização humana nos últimos séculos, tem causado a grande maioria das extinções de espécies de mamíferos que se conhecem. A extinção de espécies criticamente pressionadas de extinção que não puderam ser salvas por intermédio de planos de conservação existentes. A descoberta de sub-fósseis de algumas espécies.

o mais afortunado dos casos, se salientam de espécimes vivos de uma espécie que se julgava extinta. O gambá-de-barriga-vermelha (Cryptonanus ignitus): nativa da província argentina de Jujuy; extinguiu-se em 1962, devido à exploração excessiva de seu habitat florestal. O wallaby leporino do lago Mackay (Lagorchestes asomatus): parecido ao anterior, é conhecido apenas por um exemplar capturado em 1932, no norte da Austrália.

O wallaby lunado (Onychogalea lunata): esse wallaby florestal do centro-oeste da Austrália era bastante comum, até que começou a declinar no início do século XX, ao que parece, na invasão do seu habitat e da raposa vermelha importado da Europa. O visão animado menor (marsupiais, integrado leucura): endêmico do deserto central da Austrália, a concorrência com os coelhos introduzidos, a predação por raposas invasores e o acordo pra adquirir suas peles terminaram por causar a sua extinção em meados do século XX.

O bandicoot de pé de porco (Chaeropus ecaudatus): esse bandicoot habitava as planícies semi-áridas do interior da Austrália até que as transformações ocasionadas em seu habitat exterminaram meados do século XX. O tilacino ou tilacino (Thylacinus cynocephalus): este predador da espécie habitou originalmente Austrália e Tasmânia. No continente extinguiu-se, possivelmente, devido à concorrência com o dingo, que se expandiu por meio da Ásia, até o primeiro milênio antes de Cristo.

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Na Tasmânia era relativamente abundante na época da colonização (século XIX), mas os criadores de gado, agitaram o teu extermínio, com terror de que atacasse o teu gado ou para suas aves. O último ser famoso morreu no zoológico de Hobart, em 1936. Desde então, ocorreram abundantes avistamentos, sem confirmação. Atualmente, graças à amplo quantidade de utensílio genético que se conserva desta espécie, existe um projeto bastante avançado que quer clonar um tilacino vivo a começar por indivíduos conservados em formol.

O lêmure gigante de Edwards (Megaladapis edwardsi): os lêmures gigantes habitavam Madagascar até a chegada dos humanos, entre os séculos I-IV. O paquilémur (Pachylemur insignis): como no caso anterior, esse lêmure robusto sucumbiu à atividade humana. Restos sub-fósseis provam a tua sobrevivência no sul da ilha até ao menos o século XIV. O macaco jamaicano (Xenothrix mcgregori): esta espécie foi descoberta no registro subfósil de cavernas da Jamaica. Aparentemente se extinguiu depois da primeira colonização europeia do século XVI, se bem que não existem fontes escritas dos exploradores a respeito da presença deste primata pela ilha.

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