A Superioridade Moral, Por Santi Vila 2

A Superioridade Moral, Por Santi Vila

Os catalães tendes enlouquecido, vos haveis bêbada por anos de exageros verbais victimistas e na estimulação abusiva das emoções”. Este era o sing-song que, durante a legislatura anterior tinha que ouvir repetidas vezes em escritórios e jantares madrilenas, quando cita que é ativado uma agenda reformista que parasse o choque institucional que, finalmente, ninguém soube, quis ou pôde evitar.

Pouco importava que este pretendido enloquecimiento coletivo afectar nem ao menos mais nem sequer menos do que 2 milhões de cidadãos. Assim como também pouco importava que a loucura fora defendida por todos os lados (se não entramos em fatos), com argumentos racionais. Que a maioria dos catalães votar autonomia era um disparate, só inteligível pela manipulação sistemática a que estávamos sujeitos, pela sentimentalización da política catalã e pelo excesso de peso do voto rural.

Embora se refere a doenças diferentes, a receita para esclarecer a inesperada vitória de Donald Trump nos EUA, o ano de 2016, foi idêntico. A América urbana, progressista e culta que tem por catecismo da filmografia de Woody Allen e por municípios espiritual da visita periódica às novidades do MoMA votou, como é lógico, democrata. Ao contrário, a América profunda, nacionalista e conservadora, ignorante e aterrorizada diante dos desafios da globalização, buscou refúgio pela republicanos e receitas ultras.

O sectarismo, endogamia, perda de nível intelectual e profissional de seus quadros, quando não abertamente a corrupção ou clientelismo, não tiveram nada que visualizar? E no terreno ideológico, Porque, como resumiu perfeitamente Vicenç Villatoro neste mesmo jornal, “as CUP e Vox disparam a partir de locais diferentes para a mesma diana: a democracia liberal”. Entre algumas coisas, visto que, como advertiu J. S. O dogma se tornará um enunciado formal, ineficaz em termos de gerar o bem”.

Professor de Filosofia em 1954, foi contratado com Canguilhem para uma tese filosófica sobre a estrutura temporal da vida emocional, que abandonou em 1957, para proporcionar-se aos estudos sociológicos da terra. Bourdieu teve de realizar o serviço militar. Após recusar-se a receber uma geração como oficial da reserva de Cadetes do exército, foi transferido primeiro a Versalhes, no serviço das forças psicológicas. Entretanto, encontraram-se em seu poder um número censurado de L’Express a respeito da questão argelina, deste jeito perdeu seu posto por razões disciplinares.

  • PAINTER, Sidney The Rise of the Feudal Monarchies
  • Grupo A: Assim é a classificação
  • Reforçar a formulação de estratégias e políticas sobre isto recursos educacionais abertos
  • três Eliminação de sub-páginas montadas

Logo se embarcou com jovens recrutas pra Argélia, como porção das forças de pacificação, pra lá prestar o serviço militar mais completo, que dura de 2 a sete anos. Devido às tuas habilidades de escrita, atuou pela administração da Assembleia Geral, de Residência, ante o comando de Robert Lacoste.

Este período, na Argélia, foi importante, visto que decidiu a sua carreira de sociólogo. Abandonou “a magnitude da filosofia insuficiente” e dedicou-se a uma série de trabalhos a respeito da Etnologia, pela Argélia, que o levaram a escrever abundantes livros. As primeiras investigações levaram-no pras regiões da Cabília e Collo, redutos nacionalistas onde a disputa tinha sido dolorosa.

Sua ” Sociologia da Argélia é a síntese dos conhecimentos existentes a respeito de esses 3 departamentos e foi publicado na coleção o Seu serviço etnológico a respeito da Cabília não parou mesmo depois de ter deixado de conduzir-se para lá, e continuou a alimentar o trabalho antropológico de Pierre Bourdieu. Sua principal obra sobre a teoria da ação Esquema de uma teoria da prática (1972) e A lógica da prática (1980) nasceram de uma reflexão antropológica sobre a nação cabila convencional.

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