A Reforma Educacional De Germán Rama 2

A Reforma Educacional De Germán Rama

A aplicação da reforma dividiu a nação uruguaia, a docentes e estudantes, e continua despertando visões opostas em relação aos seus objetivos e seus resultados. De acordo com os detalhes estatísticos em que se apoiou o recurso de reforma, 40% das crianças uruguaios nasciam no quintil mais indigente da população. Além do mais, por este 20% de menores rendimentos se encontravam as mães cujo último nível educacional era a educação primária.

Quatro em cada dez adolescentes que acediam à educação média, eram os primeiros na família a regressar a esse grau de ensino. A reforma teve 4 objetivos centrais como eixos articuladores do método de reforma. Estabelece-Se uma forte liga entre, por um lado, circunstâncias de pobreza, organização instável da família, grau de escolaridade dos progenitores e, por outro, poucos realizações educacionais. Propõe-Se melhorar a particularidade da criação dos professores, vistos como os principais atores pela implementação das reformas.

Se pesquisa acrescentar o número de professores licenciados para o Ensino Secundário e Ensino Técnico Profissional, e atingir a saída de 800 professores e 300 professores anualmente. Considera-Se que todas as ações levadas a cabo com visão a aprimorar a particularidade da educação não produzem os resultados esperados se não são acompanhadas por modificações pela gestão e no funcionamento das corporações.

Se procurou contrariar o défice cultural e social de moças provenientes de famílias mais pobres, por meio da expansão e consolidação da educação inicial. As ações neste grau tinham como sustento três aspectos fundamentais: a valorização da educação como política social, a integração de outros setores sociais e a extensão dos tempos escolares. Programa de Alimentação Escolar (PAE), que apoiado no Imposto de Primária permitiu a multiplicação de cantinas nas escolas do estado. Programa de aquisição de uma segunda língua por imersão parcial.

Programa de robustecimento da relação instituição/família/comunidade, com o encerramento de aperfeiçoar a integração escolar e que os alunos obtiveram melhores resultados educacionais. Programa de actividades lúdicas e expressivas em ETC. Na Reformulação 2006, uma das horas de Idioma Português e uma das horas de Matemática, que se localizam dentro do que se denomina Espaço de Estratégias Pedagógicas Inclusoras. Nesta hora de aula semanal localiza-se ao início ou ao desfecho da jornada e assistem a ela aqueles alunos selecionados pelo docente por mostrar maiores problemas.

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Outra transformação foi a instalação de sétimo, oitavo e nono nas escolas rurais, a partir de 1999. O objetivo era evitar que os alunos do meio rural desvincularan da educação média. Pretende-Se que os estudantes que tivessem cursado o momento básico nessa modalidade estivessem preparados pra escoltar avançando no sistema de educação formal. Desde o ano 2000 começa a projetar um modo de transformação na educação média superior.

A característica mais saliente é o surgimento do projeto curricular por percursos em que se mantém a estrutura de ditado de aula por disciplina, entretanto com uma robusto coordenação entre disciplinas afins. Isso se concretizou pela denominada TEMS (Transformação da Educação Média Superior). A inovação mais marcante deste tempo é a construção dos Centros Regionais de Professores (CERP). Com finalidade de acrescentar a quantidade de docentes titulados é que são montados, pois, os Centros Regionais de Professores (CERP), distribuídos em áreas específicas do interior do país.

2-A reforma carece de um paradigma de homem: “baseia-se em elementos sociológicos e não tem em conta os elementos filosóficos e pedagógicos, considerados chaves de qualquer reforma a empreender”. ↑ A rede 21. “Só com mais orçamento não é bastante”. ↑ Ramo, Germán (1999). Reforma da educação. Uma escolha real. Montevidéu: Impressão Associados/Fotosistemas S.A. pp. ↑ Correia, W. Ramo (2000). Uma visão integral do recurso de reforma educacional no Uruguai. ↑ ANEP (2005). Panorama da Educação no Brasil. Uma década de modificações.

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