A Nova Imprensa Digital Enfrenta Sua Primeira Grande Crise 2

A Nova Imprensa Digital Enfrenta Sua Primeira Grande Crise

O ano não começou bem pros meios de comunicação dirigidos ao público jovem. A última web em anunciar teu desaparecimento foi Eslang, de propriedade do grupo Vocento. Antes, Buzzfeed Espanha anunciou o teu final e Playground fez público um ERE que influencia quase a metade de seus editores em Madrid e Barcelona (sessenta e sete pessoas, dez a menos do que as anunciadas em um primeiro momento). Este é o último dia de BuzzFeed Portugal. Agradeço a todos os que tendes andado a este barco ⛴ Os focos e testes da internet não são eliminados, bem que podeis fazer “que teste de BF é” sempre que quiser.

trata-Se de 3 casos diferentes: uma seção de um grupo de jornais), uma edição em Portugal de um meio internacional e um ERE em um meio independente. Mas bem como têm em comum que são meios nativos digitais, dirigidos a um público jovem, dessa maneira que ultimamente tem se debatido deles como “meios millennial”.

Estes cabeçalhos têm crescido em extenso parcela, graças às mídias sociais e a viralização. Em teu assunto havia temas que não costumavam aparecer pela mídia tradicional, e também novos modelos e, bem como, entretenimento. Não se trata de dados isolados: o término do Buzzfeed em Portugal vem acompanhado de 215 demissões da corporação em o mundo todo, 15% de seu quadro de pessoal.

nas últimas semanas, a mídia como Mic, Vice e HuffPost também anunciaram cortes, e no ano anterior o fizeram Refinery vinte e nove e Vox. O primeiro suspeito de estes despedimentos é o algoritmo do Facebook, que desde janeiro do ano anterior, dá prioridade aos conteúdos pessoais frente às notícias. As mídias sociais proporcionaram a 22% do tráfego dos meios de intercomunicação norte-americanos, de acordo com recolhia Forbes antes desta modificação. A cifra foi mais elevada pra alguns meios digitais, como Vice (48%) e Buzzfeed (38%), e ficava por volta de 10% para meios de comunicação tradicionais, como o The New York Times e The Washington Post.

  • 2 Empresariado industrial
  • Ambient Marketing
  • Transporte: Moderar o emprego de transporte
  • 2017: Eu Gosto de reality show. Utilizador do
  • Número de clientes
  • Coletar e verificar dados de métricas de redes
  • Twitter: Cinco tweets por dia

A dependência do algoritmo não é nova. Até já, o Facebook ainda dava orientações aos meios sobre isto quais conteúdos teriam melhor efeito na sua plataforma. Dessa forma, durante um tempo, vimos diversos videos e imediatamente aparecem muito menos. Julho Alonso, fundador e diretor de Weblogs SL, explica que alguns meios de intercomunicação têm dependido em exagero de Facebook “e as receitas de publicidade derivados do volume de usuários”.

lembre-se Também que é um risco necessitar de Facebook (e o Google), porque estas empresas têm seus próprios interesses, que não têm por que coincidir com as dos meios de intercomunicação. Mas a mudança no algoritmo não é o único fator que explica esses movimentos nas corporações. “Buzzfeed Portugal não foi fechado pelo Facebook -diz Marcos Chamizo, codiretor do meio ao longo da sua última época-. Tínhamos o mesmo tráfego que há 6 meses ou um ano, por estar em várias plataformas”.

Concretamente, conta que lhes funcionou melhor Twitter que esta rede social. A escritora Lua Miguel foi editora de Cultura no Playground até dezembro, quando deixou a empresa. Segundo animais, o meio tinha “uma dependência brutal do que acontecia no Facebook”, onde, por outro lado, somam em torno de 17 milhões de seguidores, 200.000 a mais do que o The New York Times.

Mas não acredita que esta seja a única causa do ERE. Na sua posição, a mídia “tem crescido em vários casos desmesuradamente” e foi desaproveitado “o potencial que havia em outros modelos de difusão”, como o milhão de seguidores no Instagram. Os media “não conseguem culpar de todos os seus problemas pro Facebook”, diz a Verne o jornalista e analista de mídias Jeff Jarvis.

Existem muitos dificuldades estratégicos no setor “que estão longe de ter sido resolvido”. Fala, a título de exemplo, como títulos como Buzzfeed são virado ao conteúdo em vídeo, uma estratégia arriscada, enquanto outras (como o HuffPost) continuam dependendo dos rendimentos decrescentes da publicidade. Ademais, não há que renunciar pras redes: os meios de intercomunicação têm de transportar teu jornalismo “à discussão pública, onde quer que ocorra, seja Facebook, Twitter, YouTube e Instagram”.

Alonso sinaliza outro defeito de fração desses meios: o seu paradigma de negócio, que busca um avanço muito rapidamente. Alguns meios de comunicação norte-americanos estão entre os seus accionistas com fundos de capital de risco, que têm o propósito de revalorizar os seus investimentos em pouco tempo. O tráfego social ajudou a amadurecer, em especial a Buzzfeed.

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